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O Dia do TRABALHOR é um dia celebrado mas que já foi um dia de lutas que geraram um Estado industrial e moderno, uma expansão da administração pública e direitos trabalhistas. Mas isso se deu em tempos em que havia Condução Política. Entenda o Projeto SIFUSPESP Lutar para Mudar, para nossa categoria.



Como agir politicamente neste momento?

Condução Política exige Persuasão Política, convencer e não obrigar. a alguém. Essa é uma arma que temos aperfeiçoado e ganhamos força de forma inteligente e criando oportunidades políticas. Mas isso foi aos poucos.

 

Mesmo sem recursos, mas com olhar de penitenciário, que encontra solução e pensa bem antes de fazer. Por isso com controle e força, e força e controle suficientes para o momento da tomada de ação. Para convencer é necessário conhecer seu grupo, sua categoria, ser parte dele, acompanhar seus anseios e direcioná-los para vitórias. Exercer força somente em momentos chaves, mas motivado sempre pela sensibilidade e unidade de propósitos dos interesses da maioria.

 

Sempre atento a essa visão foi que o SIFUSPESP Lutar para Mudar foi capaz de convencer a categoria de que é necessário, mais do que nunca, um sindicato único, em um momento em que somos atacados por todo o lado e que a privatização penitenciária representará o sucateamento progressivo do sistema com o avanço do crime organizado.

 

Vamos neste dia do trabalho explicar um pouco de nossa visão e planejamento político. Nós temos um rumo e objetivos claros. Nos preparamos e não começamos agora.

 

O que representa o SIFUSPESP?

O SIFUSPESP neste momento é uma ferramenta dos servidores penitenciários. Ele é um sindicato, portanto luta por interesses econômicos e condições materiais de princípio. E ele não é um partido, que por sua natureza deve lutar por interesses políticos.

 

Mas como nossa categoria não possui um partido para lutar por seus interesses políticos, não possui representantes políticos diretos de sua categoria, precisamos lutar para preservar direitos (quando atacados) e lutar por novos direitos através de um sindicato, conforme sua força e criando articulações.

 

Ter vários sindicatos em nosso meio, dividindo nossas forças pertence a lógica daqueles que sempre preferiram ver o sistema sem investimentos básicos para sua manutenção. Que preferem avançar até determinado ponto, o que quando somos atacados se torna um perigo muito grande.  Essa é a mesma lógica daqueles que exercendo força exagerada contra nossa unidade, dividem nossa categoria em diferentes regimes legais (ASP, AEVPs, técnicos, administrativos, servidores de saúde, operacionais, etc). Por isso o sistema não se moderniza.



A técnica da divisão administrativa contra a Lei Orgânica para uma carreira única

Em um determinado momento os agentes pareciam os eternos beneficiados, hoje, com a lógica de privatização, o governo tenta barganhar com AEVPs para dividir e privatizar. Eles podem ser usados e isolados da categoria para serem atacados como são vários setores técnicos de nossa categoria. Temos que pensar uma Lei Orgânica para modernizar, criar eficiência e melhores resultados para a sociedade. Isso é mais barato e de melhor resultado que privatizar.

 

Somado a isso, temos visto que o esforço pela aprovação da Polícia Penal tem avançado e tornou-se uma bandeira de grande parte da categoria e de outros sindicatos, sem partidos contrários, mas só porque foi fruto de uma luta radical com a tomada do Congresso Nacional em 2017.

 

Ao mesmo tempo vemos caravanas de constantes de idas e vindas de Brasília, esforços de pressão parlamentar e ampliação de nossas bandeiras para fora de nossa categoria. Desde que avançamos com o Portal Sifuspesp e diversas ações políticas, com diálogo com a base, com negociações de bastidores, foi que  nossa categoria passou a ser conhecida, isso também pelo esforço das caravanas de Brasília em 2017.

 

Por isso agora, nos últimos meses, vimos que vários atores motivados por interesses pessoais ou defendendo nossa categoria finalmente se fizeram presentes nesta luta, e deixaram de negar o perigo da Privatização. Porque isso aconteceu?  Sabemos que foi a categoria que entendeu isso primeiro, e forçou a estes dirigentes a se posicionar. Nós nos orgulhamos desse trabalho, mas ele ainda não foi concluído.



Falando de aumento

Por outro lado nossa categoria também reclama reais melhorias salariais e combate a privatização. Alguns grupos, sindicatos e parlamentares prometem uma luta contra a privatização penitenciária mas procuram nos conduzir para ações de pouca força, que não demonstra capacidade contra nossos adversários. Ou seja, contra aqueles que pensam o sistema penitenciário como mercadoria, repetindo a lógica de gerar lucro por meio da prisão que é própria do crime organizado.

 

Veja no vídeo abaixo como as facções desejam ansiosamente a Privatização para facilitar a ampliação da lógica do crime em: 

Para que tenhamos possibilidade de impedir a privatização, devemos avançar em aproximações sucessivas até que aqueles que nos atacam entendam que temos condições de lutar com as armas da inteligência, tática e a denúncia.

 

Denunciamos

Denunciamos que privatizar parte ou de todo o sistema penitenciário faria dele: mais caro, menos seguro, menos inteligente, aproximando pessoas a mercadoria,

Denunciamos, o olhar vigilante e interesseiro de empresas do ramo de empresas presídio internacionais e empresas de segurança locais que querem obter uma oportunidade de lucro.

 

Mas, Denunciamos também que  a privatização está sob o olhar do crime organizado que parece claramente indicar uma fusão para formação de um cartel de narcotráfico nacional, com a fusão estratégica do PCC e CV que tem gerado caos social em estados como o RJ e amplia negócios em SP. Cada vez mais isso fica claro para a sociedade, e foi nossa categoria que denunciou isso.

 

Por isso, nossa luta contra a privatização tem encontrado resultado, tenha certeza.

Por isso,  sindicatos e vários políticos (sinceros ou não) tem declarado apoio a nossa bandeira. Mas devemos ficar atentos. Também temos obtido apoio de setores que antes não sentavam na mesma com agente e agora são contra a privatização. Essa era uma meta do SIFUSPESP de anos que foi construída com longos meses de negociação pelo SIFUSPESP representando nossa categoria.

 

Como sermos mais fortes?

Mas nossa luta contra a privatização seria mais forte. Nossa luta por aumento salarial só seria possível também diante de algumas armas.

  1. Criar ações em que a categoria se enxergue como única:  em um momento em que governantes fazem propaganda de velhos programas de governo para disfarçar que o Estado está paralisado e escolheram nossa categoria para sacrificar e lotear entre deputados, membros de setores da polícia militar, empresas, arriscando o setor mais sensível da segurança pública
  2. Por meio de ações mais fortes: só seria possível por meio de uma greve. Porque o governo atual não conduz totalmente a sociedade paulista, porque não é capaz de convencer nem seus servidores subordinados de que está agindo em favor do bem público. O governo ainda busca apoio para vários atos por meio de propaganda constante.

 

Os riscos na greve

Mas como fazer greve se a anterior penalizou vários companheiros? Se setores do judiciário agem contra o direito de greve? e se para mobilizar todo o Estado necessitaríamos de forte esquema de organização e suporte?

Neste momento para fazer uma greve ou várias outras ações com força compatível, necessitaríamos de um nível de recurso razoável para não pôr em risco companheiros, como fizeram no passado sindicalistas ligados ao governo da época. Por isso propomos a unificação. Sindicato Único. Entendemos que em virtude de nossa estratégia de condução política , que inicialmente outros passaram a agir contra ações do SIFUSPESP, como o SINDICATO ÚNICO. E somos conscientes que muitas de nossas lutas vem de antes,  inclusive da atual diretoria do SIFUSPESP, mas se temos uma chance agora, seria por meio de um sindicato único que a CATEGORIA EXIGE!

 

Com um sindicato único, o SIFUSPESP também deixa de existir, e surge algo novo. Um sindicato mais forte. O Sindicato Unificado dos Servidores Penitenciários Paulistas. Mas para chegar neste ponto, há dificuldades. Sindicatos que preferem seguir separados por diversos interesses, o que favorece que sigamos com menor força, o que levará cedo ou tarde a sermos fatiados como moeda de troca por parte de outros setores da administração pública ou empresarial.

 

O que fazer? Próximos passos

SINDICATO ÚNICO EM ETAPAS PREPARATÓRIAS DE UNIFICAÇAO SINDICAL E GREVE: Por isso o SIFUSPESP declara que propõe uma unificação sindical por etapas. Com o início de negociações para construção de uma paralisação geral de nossa categoria. E para posterior formação de uma junta provisória de administração de políticas comuns e políticas independentes de cada sindicato. Observando o propósito de unificação dos sindicatos após uma campanha salarial conjunta, desde que deflagremos uma greve com a participação de diretores e recursos de todos os sindicatos em um plano comum definido de forma pública com toda a categoria. Assembléias de verdade!

 

O SIFUSPESP não tem medo de colocar parte de seus interesses próprios em segundo plano para criar um cenário de unificação na luta de toda nossa categoria, sabemos de nosso peso no processo. Mas sabemos que dar um passo atrás, neste caso, gera uma real possibilidade de ganho, político e econômico para TODOS nós.

 

Somos capazes até de abrir mão de nosso nome, marca, dividir nossa força com outros, para que se construa um horizonte que no futuro nos permita sonhar com uma carreira profissional, orçamento próprio, lei orgânica de toda a categoria, ampliação e criação de uma escola permanente de formação e aperfeiçoamento de inteligência penitenciária, criação de um projeto político com candidatos apoiados pela categoria unida em um projeto único e articulado: “uma bancada penitenciária” dentro de diversos partidos e instâncias de poder, e a capacidade cada vez mais poderosa ante a INJUSTIÇA de dizer NÃO, quando isso for correto! DIZEMOS NÃO À PRIVATIZAÇÃO PENITENCIÁRIA

 

COMPARECER EM SÃO PAULO NO DIA D. Veja abaixo o vídeo do Presidente Fábio Cesar Ferreira, o Fábio Jabá, convocando nossa categoria para mais uma ação com diversas atividades. Dia D, 06.05. Em São Paulo: 

 

Nesta mesma semana encaminhamos convites para todos os deputados estaduais, e agora pedimos sua ajuda. ENVIE MENSAGENS EM WHATSAPP, EMAIL e FACEBOOK para o Deputado de sua região comparecer ao DIA D e  apoiar nossas causas. Veja o convite que enviamos a todos os deputados estaduais no link a seguir: http://www.sifuspesp.org.br/noticias/6603-semana-comeca-cheia-de-articulacoes-na-alesp-e-com-convocacao-para-dia-d

 

Serviço

Dia D contra a Privatização

Data: 06/05/2019

Horário: 8h da manhã

Local: Sede da Secretaria de Administração Penitenciária(SAP)

Endereço: Avenida General Ataliba Leonel, 556, Santana, São Paulo-SP.







ASPs tiveram de entrar na cela para resgatar detentos

 

Pelo menos oito detentos incendiaram colchões dentro da cela em que estavam no Centro de Detenção Provisória(CDP) de Diadema nesta segunda-feira, 29/04.

O fogo se alastrou e gerou uma fumaça espessa, quando agentes de segurança penitenciária(ASPs) tiveram de intervir para evitar que os presos fossem sufocados. Arriscando sua própria integridade física, eles conseguiram retirar os sentenciados da cela.

Apesar de serem resgatados, os sentenciados tentaram agredir os servidores, mas os funcionários conseguiram conter o avanço dos ataqSues munidos de escudos e tonfas.

De acordo com informações repassadas à equipe de comunicação do SIFUSPESP,  todos os procedimentos-padrão foram adotados como resposta ao caso de violência.

Felizmente, os ASPs saíram sem ferimentos.



Manifestação acontece na próxima segunda-feira, 06/05 em São Paulo. Inscrições devem ser feitas no site do sindicato e viagem será gratuita.

 

Trabalhadores penitenciários poderão vir de ônibus gratuitamente, do interior e do litoral para a capital,  e participar na próxima segunda-feira, 06/05, do Dia D Contra a Privatização do Sistema Penitenciário em São Paulo.

 

Os ônibus serão disponibilizados pelo SIFUSPESP e ainda nesta semana o sindicato vai divulgar de onde eles vão partir, vindo diretamente para o ato. Para lutar junto com o sindicato neste dia, basta se inscrever no link.

 

A concentração está marcada para a frente da sede da Secretaria de Administração Penitenciária(SAP) em São Paulo e a manifestação acontece a partir das 8h da manhã. O endereço é avenida General Ataliba Leonel, 556, bairro Santana.

 

Desde às 6h da manhã, a sede social do sindicato na rua Dr. Zuquim, 144, estará aberta para fornecer aos trabalhadores um café da manhã antes do início da manifestação.

 

Após o ato inicial, serão realizadas outras atividades na capital durante todo o dia com o objetivo de protestar contra o processo de privatização do sistema prisional paulista e também das reivindicações da pauta da Campanha Salarial 2019.

 

Isso porque ainda na segunda-feira acontecerá na sede da pasta, das 9h às 12h, a audiência pública organizada pela SAP para debater o edital que prevê a concessão, à iniciativa privada, de quatro novas unidades prisionais construídas no Estado. São elas os Centros de Detenção Provisória(CDPs) de Gália I e II, Álvaro de Carvalho e Aguaí.

 

A presença de todos os servidores na manifestação é fundamental para unir forças e pressionar o governo João Dória(PSDB), que já deixou claro que pretende privatizar todo ou parte do sistema e que vai dar início a esse processo a partir das unidades construídas com dinheiro público que serão inauguradas em 2019.

 

"O governo segue mantendo uma relação de nenhuma abertura para negociação de nossa campanha salarial e condições de trabalho. O melhor investimento a ser feito, certo e seguro que pode vir acompanhado de mudanças de gestão, desde que tenham um sentido técnico que beneficie o funcionamento do sistema deve ocorrer com o debate franco e técnico entre governo e servidores", disse Fábio Jabá.

 

"A parte disso, o tema da Privatização tem sido tratado de forma a ocultar um amplo debate que temos feito no sindicato há dois anos, e que é apoiado por argumentos de especialistas nacionais e internacionais. O crime organizado no Brasil avança a medida que o Estado diminui sua interferência. As vezes ele ocupa territórios, dependendo da facção ou milícia é mais ou menos violento. Mas em São Paulo, o PCC atua em presídios, faz negócios de dentro e fora de prisões e agora unindo-se ao Comando Vermelho e expandindo capital deseja a privatização a todo custo. É uma vergonha que isso não esteja sendo debatido publicamente. É de se estranhar a atitude do governo frente a um risco de ruptura social tão grande", alerta Jabá de forma direta e responsável o tema.

VEJA O VIDEO DENUNCIA. A SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA DENUNCIA, PCC QUER A PRIVATIZAÇAO:

SAIBA MAIS SOBRE:

Investimentos do Crime Organizado: https://www.sifuspesp.org.br/noticias/6454-o-crime-organizado-ira-comprar-presidios-entenda-o-golpe
Ameaça a soberania nacional: https://www.sifuspesp.org.br/noticias/6338-faccoes-ameacam-seguranca-nacional
 

A privatização, em virtude das denúncias do SIFUSPESP e o apoio da sociedade civil que vem sendo ampliado agora é um tema combatido por diversos setores e importa a toda a sociedade, por isso São Paulo deve saber. 

“A privatização é ruim para todos, sem distinção, vai tornar o sistema insustentável, e é por esse motivo que precisamos estar juntos para nos manifestar de forma democrática e forte, deixando claro para o governo de São Paulo que não aceitamos esse modelo retrógrado, que já se mostrou falho onde foi adotado e que no contexto atual de avanço e unificação do crime organizado nacionalmente será um desastre para o Brasil”, finaliza o presidente do SIFUSPESP, Fábio César Ferreira, o Fábio Jabá.

 

Inscreva-se! Compareça ao ato contra a privatização do sistema e lute pelo seu futuro e o de sua família!.

Inscrição dia D

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