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Os crimes cometidos contra a vida de agentes do sistema prisional paulista precisam ter um fim. Não é possível que servidores continuem a ser assassinados sem que o governo dê uma resposta rápida para evitar que outros pais e mães de família percam a vida. Ainda não se tem um posicionamento oficial da polícia, mas tudo leva a crer que os cinco agentes mortos neste semestre tenham sido vitimados em função do trabalho que exercem.

O sentimento da categoria neste momento é de receio e revolta. Há a certeza de que algo precisa ser feito, e com urgência.

Evidentemente, o governo tem notícia dos crimes contra os agentes. O SIFUSPESP já cobrou em ofícios anteriores que algumas medidas fossem adotadas, como a apuração dos crimes feita por delegacia especializada, a DHPP – o que vem sendo atendido. Também o sindicato tem denunciado os crimes à imprensa e aos deputados estaduais – a pedido do SIFUSPESP, alguns deputados estão tentando instaurar uma CPI sobre o assunto.

No entanto, a sequência de mortes exige um posicionamento mais efetivo da categoria. Como há assembleias marcadas pela entidade Sindasp para hoje (05), o SIFUSPESP decidiu não realizar as suas próprias assembleias, mas acatar o que for aprovado nessas assembleias do Sindasp. “O momento exige união da categoria e das entidades. Realizar outras assembleias, quando já há assembleias da categoria marcada por outra entidade, seria dividir a categoria. Por isso, decidimos apoiar toda ação que for decidida democraticamente pela maioria dos participantes”, alegou o Presidente do SIFUSPESP João Rinaldo Machado.

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