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Depois de 3 meses de formação na EAP, 130 ASPs tiveram de escolher, de forma provisória, suas vagas neste início de ano. Com isso, a situação irregular aumenta e mais de 400 ASPs ainda aguardam o momento da escolha definitiva de sua unidade. 80 ASPs femininas foram lotadas na Penitenciária Feminina de Santana, 23 na Penitenciária Feminina da Capital, 23 na Penitenciária do Butantan, além de 4 ASPs masculinos que foram lotados no CDP de Vila Independẽncia.

“A novela das escolhas de vagas continuam a afetar direitos do ASPs recém formados. O servidor tem de sair da EAP direto para a sua unidade definitiva. Cerca de 90% dos servidores que vêm para a capital são do interior. Sem poder escolher as vagas, ficam em uma situação desesperadora, sem poder definir onde morar e trabalhar”, argumenta o diretor de Formação do SIFUSPESP, Fábio Jabá. “Além disso, os servidores não podem fazer DEJEP e a inscrição na LPTE fica condicionada à escolha de vagas permanente”, completa Jabá.

A situação dos ASPs sem escolha de vagas está sendo acompanhada pelo SIFUSPESP e cobrada diretamente à SAP. Em julho, a Secretaria alterou a resolução da LPT permitindo aos servidores se inscreverem, conforme já noticiado (http://www.sifuspesp.org.br/index.php/materia-3/3295-asps-e-aepvs-emprestados-poderao-se-inscrever-na-lpt.html).

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